AGOSTO 2006 / AGOSTO 2025 - 19 anos de JORNADA PROFÉTICA.

PRIMEIRA FASE - A PREPARAÇÃO

EU SÓ QUERIA SER PILOTO DE CAÇA!

Nascido em 20 de fevereiro de 1970, aos 8 meses de gestação, segundo minha falecida mãe, tive uma infância e adolescência voltada para a aviação.  Enquanto meu irmão, primos e amigos colecionavam revista de futebol, certamente incentivados pelo Tri Campeonato Mundial da nossa Seleção no ano do meu nascimento, eu colecionava revistas de aviação, inspirado pelos anos de ouro do REGIME MILITAR.
Gostava da vida militar em geral e boa parte da minha infância e adolescência foi vivida dentro do quartel dos bombeiros de minha cidade, onde um tio era soldado.
Meu companheiro inseparável até o ano 2000, quando faleceu, era meu avô materno, um veterano do Exército Brasileiro, que durante a Segunda Guerra Mundial, serviu no Grupo de Artilharia lotado na ilha de Fernando de Noronha.

FALANDO EM CAÇA:

O ano era 1986.  Eu me preparava para os concursos de ingresso às escolas e academias militares.  E esse foi o ano em que eu quase fui para a cova, por conta de uma grave crise respiratória, dentro do meu quadro crônico de bronquite alérgica, que me fez alguém muito popular e conhecido no Pronto Socorro de minha cidade, onde ia para as sessões de inalação dia sim dia não.
Daquela vez foi muito diferente e por pouco não fui entubado.
Foi também o ano em que algo sobrenatural aconteceu nos céus do Brasil.
O episódio ficou conhecido como A NOITE DOS OVNIS e o então Ministro da Aeronátuica, Ten Brig do Ar Otávio Júlio Moreira Lima, entrou para a história da humanidade, como o  primeiro oficial general de uma Força Armada, a dar entrevista num canal de televisão, sobre esse tema.  Ele teve que explicar como caças F-5 da Base Aérea de Santa Cruz, e F-103 Mirage III de Anápolis tentaram interceptar 21 OVNIS.
Ao lado da aviação e dos assuntos militares, a questão sobre ufologia sempre foi um assunto muito presente em meus estudos e o pânico diante de imagens de seres alienígenas com grandes olhos negros, me assombraria por décadas inteiras.


REALIZANDO O SONHO: MILITAR DA FAB!

Não foi exatamente pela porta da frente, com honra e pompa que ingressei na Força Aérea.
Na verdade, entrei pela porta dos fundos, a porta aberta pelo SERVIÇO MILITAR OBRIGATÓRIO.
Ao invés de me alistar no Exército e servir por um ano no TIRO DE GUERRA de Araras, me alistei na FAB sendo a unidade mais próxima em Pirassununga, justamente a tão sonhada Academia da Força Aérea, que formava todo ano os aviadores do Brasil.
Os meses de treinamento no Batalhão de Infantaria foram exatamente como você imaginaria uma comédia sobre o soldado que varria o hangar e pintava o meio fio, enquanto observava cheio de admiração, os alunos e instrutores fazerem seus vôos diários.
Voar eu voei algumas vezes, como passageiro preferencial do CAN Correio Aéreo Nacional, que transportava os militares de férias, por todo o país.  Veja mais detalhes dessa fase clicando na imagem abaixo:



RECRUTADO PARA OUTRO TIPO DE GUERRA

Tendo servido de 1989 até 1983 na Aeronáutica, fui forçado a dar baixa por conta das políticas do então presidente Fernando Collor de Melo, que resolveu através de sua reforma administrativa, fechar os concursos militares, incluindo os concursos internos, para progressão na carreira.  Não pude fazer o curso de formação de cabos e perdi a chance de me efetivar com 10 anos de serviço ativo.  Fui pra rua com 4 anos.
Não consegui me encaixar em nenhum lugar.  Não havia nada que eu pudesse sequer comparar com a rotina, a organização e o dia a dia do quartel.
Em 1995 eu já espanava, tendo como gatilho o rompimento de meu primeiro noivado e a briga que terminou na polícia, envolvendo a mãe e o padrasto de minha ex noiva.
No meio disso tudo, tive um colapso nervoso e acabei hospitalizado no hospital psiquiátrico Américo Bairral, em Itapira/SP, com diagnóstico inicial de Depressão.
Inconformado e mais possesso do que doido, consegui uma alta forçada, com meu pobre pai sucumbindo às minhas ameaças sanguinárias e assinando o termo de responsabilidade.
Egresso do quartel e egresso de um hospício, começou ali uma nova fase de minha vida, onde fui forçado a abandonar meu comportamento mais retraído e assumir uma postura mais extrovertida, rindo e fazendo rir da minha situação, como defesa aos olhares e comentários maliciosos a meu respeito, feitos muito mais pelas costas do que na minha frente.

Passei os próximos 10 anos, aos trancos e barrancos, tendo passado por umas 20 empresas diferentes, de todos os portes e atividades,. sem nunca me encaixar.
Conheci também minha esposa, logo após minha alta hospitalar e nos casamos em 1998, chegando no ano de 2005 à primeira crise grave no casamento, com direito à separação por vários dias.
E olha os OVNIS assombrando outra vez!
No ano de 2001, quando ocupava o cargo de Diretor Social do Aeroclube de Araras, teve um episódio sobrenatural, que começaria a me dar respostas sobre a natureza desse fenômeno e meu papel no futuro nessa questão.  Foi na noite de 6 de janeiro, dia de Reis.  Eu saia por volta de 23:00 horas, com minha esposa e um garoto de 7 anos, que estava em processo de adoção.  Minha esposa tinha perdido nossa primeira filha, num aborto involuntário, bem quando meu avô materno nos deixava, no ano anterior.
Naquela noite, eu que não gostava de ser contrariado, tinha decidido dirigir mais uns 20 km até a Fazendo Cascata, para contemplar o vale do Rio Mogi, iluminado pela lua cheia maravilhosa daquela noite.
Contrariada minha esposa protestou, e eu mais irritado ainda por ter sido questionado respondi quando ela perguntou onde é que eu estava indo, com a seguinte frase irônica:
- Eu vou ali na frente ver o diabo de disco voador.
Falei sem medir as palavras, num dos meus típicos chiliques pós contrariedade, acrescentando mais um monte de baboseiras aos gritos dentro do carro.
O que aconteceu foi que após eu satisfazer meu capricho e olhar o vale enquanto urinava no acostamento, acabamos realmente perseguidos por um grande e reluzente objeto, que saiu do pasto da fazenda e parecendo um estrobo de danceteria, partiu pra cima de nós!  Minha esposa que vivia pedindo para eu parar de correr dessa vez gritava para que eu corresse!  Sem mencionar que ela não acreditava em discos voadores e ficava brava com minhas intermináveis vigílias no quintal de casa, olhando horas e horas para o céu estrelado.
A virada de chave veio justamente com a resposta do garotinho de 7 anos, ao ouvir nossas perguntas aterrorizadas sobre o que seria aquilo.
- Ué pai, você não falou que queria ver o diabo de disco voador? É ele.

INGRESSANDO NO EXÉRCITO DO DEUS VIVO

Em 2005, após essa crise no casamento, acabei acampado na Comunidade Canção Nova, em Cachoeiro Paulista, num dos últimos PHN com o saudoso padre Léo.
Foi uma experiência sobrenatural, que me levou a começar a escrever meu primeiro livro, em formato de autobiografia, intitulado 2005 - UMA REVOLUÇÃO EM MINHA VIDA!
Foi também o momento em que recebi meu IDE, o meu envio para a missão profética, confirmado por um amigo que tinha participado de todo aquele processo, não só me transportando até a comunidade, como também providenciando a barraca e me acompanhando por alguns dias nas missas após o evento.
Não estava pronto, apenas me alistando.
O livro acabaria se tornando um livro profético, vital para minha missão, mas não foi publicado na íntegra, da forma como eu estava escrevendo.
O que acabou saindo das prensas da gráfica, foi um resumo muito concentrado, uma espécie de esboço das partes principais, sem muita ligação entre um capítulo e outro.
A urgência em publicar a obra, foi justamente o surgimento do Primeiro Comando da Capital, em maio de 2006, com ataques em minha cidade justamente no dia de Nossa Senhora de Fátima, 13 de maio.
O nome mudou então para REVOLUÇÃO JÁ! e o objetivo era conscientizar as pessoas ao meu redor sobre nosso jeitinho brasileiro de ser, sobre a malandragem de nossa sociedade, o gosto pela gambiarra, pela sonegação, pela fraude.
Eramos os culpados diretos pelos ataques, pois os que não se omitiam, fazendo vistas grossas para o Narco Estado que estávamos construindo, eram usuários de drogas, assentando diariamente tijolo po tijolo desse império do mal, muitas vezes sob a batina ou a farda.
Nossa sociedade era verdadeiramente um sepulcro caiado que precisava de atenção.
Essa era a Revolução que eu queria promover, e no mês de agosto de 2006 eu ganhava as ruas com o trabalho de divulgação e venda porta à porta dos mil exemplares de meu primeiro livro.

Ganhei cansaço, portas na cara, inveja pelo talento literário e uma ação de despejo.
E mais uma vez, uma experiência sobrenatural com OVNIS!
Enquanto dormia ao lado de minha esposa, acordei em um sonho (digamos assim) onde as paredes de meu quarto se tornaram transparentes, como vidro polido ou cristal.  Me via sozinho na cama e vi uma nave gigantesca em forma de disco, fazer uma aproximação em "S", desde uma posição na rodovia Anhanguera, no sentido interior/capital até o terreno baldio, no fundo de casa.  Ao pairar sobre o terreno, a nave disparou um raio diretamente em minha cabeça.
Ouvi aquela campainha estridente, como essas usadas em escolas públicas.  Um som metálico, estridente que fazia minha cabeça doer e meu corpo tremer como se estivesse levando uma grande descarga elétrica.
Fora desse sonho minha esposa tentava me acordar, muito aflita, notando meus gemidos e meu tremor.
Quando conseguiu, eu estava completamente transtornado, ofegante, com o coração disparado e um olhar aterrorizado.
E então veio o despejo.  E atrás dele a humilhação.  A esposa e a filha foram acolhidas pela sogra enquanto eu ia morar com egressos de uma casa de recuperação de drogados.  Minha esposa nessa época trabalhava como cozinheira da instituição e o Roberto, diretor da casa, decidiu me acolher.
No exato aniversário de 8 anos de nosso casamento, minha esposa assinava minha hospitalização na clínica Antonio Luis Sayão, para onde fui encaminhado amarrado a uma maca, depois de ter tentado suicídio.
Dessa vez ninguém assinaria minha alta forçada.
Fui obrigado a passar os 40 dias da hospitalização até chegar a minha alta e essa fase foi exatamente como o curso de guerra na selva lá no final da instrução no Batalhão de Infantaria.
Para saber mais sobre minha alta e a experiência sobrenatural que ocorreu na véspera, leia ATAQUE ESPIRITUAL, aqui nesse blog.


INDEPENDENCE DAY

04 de julho de 2007 não marcou apenas mais um aniversário da independência dos Estados Unidos da América.  Marcou também o início da minha segunda vida, vida essa que segue até o minuto em que digito estas linhas nessa postagem do blog.
A data também é o título de uma superprodução do cinema americano, que trata justamente da invasão alienígena ocorrida justamente durante as festividades do  4 de julho.

Ao ingressar na nave da ICPB, Igreja de Cristo Pentecostal no Brasil, naquela noite de 4 de julho, o pregador da noite, Presbítero Carlos Lopes, simplesmente olhou para mim e disse em voz alta, impondo as mãos sobre minha cabeça:

- COMA A BÍBLIA. VOCÊ VAI PRECISAR.

O apetite surgiu em dezembro daquele mesmo ano.
Numa manhã, depois de decidir fazer por conta própria o desmame dos psicotrópicos e parar com as sessões de psicoterapia, abri minha bíblia em Gênese capitulo 1, versículo 1.
Minha esposa passou por mim, por volta de seis e meia da manhã, quando saia para trabalhar, agora num supermercado do centro.  Morávamos duas quadras acima do lago municipal, onde havia tentado suicídio meses antes.  Quando ela voltou pra casa, por volta de sete da noite naquele dia, me encontrou sentado exatamente na mesma posição.
Surpresa ela exclamou,em tom de incredulidade:
- Não vai me dizer que você ainda está ai lendo a Bíblia, desde que sai de manhã.
Espantado com a observação, constatei que estava sentado a mais de 12 horas, e que já tinha passado por todas as páginas do pentateuco!
Li a Bíblia toda, em 21 dias.
E não foi uma leitura corrida.  Foi um verdadeiro estudo, com várias anotações e grifos com caneta marca texto, indo e voltando nas diversas passagens, para uma melhor compreensão e fixação dos conceitos.

Quando acabei, na televisão começava uma minissérie com 10 capítulos, de uma outra superprodução americana, justamente com a temática alienígena. O nome, TAKEN, de Steven Spielberg.

Fiquei fascinado.
Imediatamente, juntando o aprendizado da Bíblia e da série americana, comecei a escrever o meu segundo livro; NO OCEANO DO ESPÍRITO.



Na primeira página do livro, o versículo  33, do capítulo 3, do Livro do Profeta Jeremias: "INVOCA-ME E EU TE REVELAREI COISAS GRANDES E OCULTAS QUE AINDA NÃO SABES"

Na última página, os versículos 12 e 13, do capítulo 12 do Livro de Eclesiastes: "E DEMAIS DISTO, FILHO MEU, ATENTA: NÃO HÁ LIMITES PARA FAZER LIVROS, E MUITO ESTUDO ENFADO É DA CARNE. DE TUDO O QUE SE TEM OUVIDO, O FIM É: TEME A DEUS E GUARDA OS SEUS MANDAMENTOS, PORQUE ISTO É O DEVER DE TODO HOMEM."

E nas centenas de páginas que escrevi, ilustrei e registrei na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, uma verdadeira jornada com Deus sobre os mistérios da Metafísica..  O livro fechou um ciclo perfeito, com os mistérios revelados e assimilados, não sendo publicado justamente em atenção aos versículos finais em Eclesiastes.

Os ensinamentos se tornaram meu diário de bordo, o livro do capitão da ARCA, veículo metafísico com o qual iria operar nas 3 dimensões à partir do ano seguinte.

SEGUNDA FASE - NAVEGANDO COM OUTROS BARCOS

As pessoas erram quando dizem que estamos todos no mesmo barco.
Erram mais ainda quando dizem que Jesus está no nosso barco.
Na verdade, estamos todos no mesmo oceano, mas cada um no seu barco.  E barcos se dividem em duas classes principais, os de superfície e os de profundidade.
E Jesus tem uma frota inteira para cuidar, sendo que raras vezes, e por um pequeno lapso temporal conhecido por MILAGRE é que vai pra bordo do barco de alguém.
E foi assim, que meu pequeno e recém incorporado barquinho, passou à navegar dentro do barco de outros.
Me refiro a ser membro de uma igreja, aquela onde me converti ao movimento pentecostal, sendo eu próprio alguém com um chamado para seguir com meu próprio ministério.
É como ser um desses submersíveis presos a um navio plataforma.  Você pode muito mas não pode tudo, pois a estrutura principal onde você está ligado tem seu próprio capitão.
E muitas vezes, por seguir exatamente aquilo que Deus te constitui pra fazer, os choques são inevitáveis.
No meu caso, começou quando decidi parar com a medicação.  O próprio evangelista da "filial" da igreja onde congregava, ficou com muito medo de que eu tivesse algum tipo de complicação e acabasse trazendo problemas para a Igreja.
Já o seu chefe supremo, o Pastor Presidente, achou meu testemunho surpreendente e impactante.   Um testemunho TREMENDO.  E foi assim que decidiu me levar para os estúdios da Rede Opinião de TV, para uma entrevista de meia hora.  O episódio do PROGRAMA O PODER DA FÉ, foi levado ao ar no início de janeiro de 2008, pela TV aberta e impactou muitas pessoas de minha cidade.

Assista na integra a minha participação no programa O PODER DA FÉ.

E foi assim que dar entrevistas para rádios, jornais e TV passou a ser uma rotina na minha vida no início de 2008.
Por conta dessa visibilidade, o Pastor responsável pela Região Sul de nosso Ministério, a ICPB, me convidou para uma viagem missionária pelo norte do Paraná, terminando em Curitiba, após pouco mais de uma semana.
Novamente, o Pastor da minha "filial" se opôs à idéia, acreditando que eu era muito crú, muito jovem na Fé, para aceitar tal responsabilidade.
Por fim, fiz a viagem.
A experiência em si, foi ao mesmo tempo impactante e frustrante, pois mesmo quando coisas sobrenaturais aconteciam, ficava sempre uma sensação de que eu era uma espécie de atração de circo, com uma agenda preparada para no fundo, no fundo, arrecadar as tais ofertas missionárias.  Houve uma ocasião em que recebi o dinheiro numa igreja e na igreja seguinte eu estava ofertando aquele valor para cobrir alguma necessidade que Deus havia tocado em meu coração.
Mas havia ali algo que não me cheirava bem, que deixava aquela impressão de que as pessoas se aglomeravam apenas para ouvir novidades e que poucos tinham estrutura ou Fé para atravessar provas como as que eu atravessei.  Eram apenas curiosos, pagando para ouvir maravilhas.
Outra coisa que descobri, foi que uma história contada duas vezes enche o saco de quem ouve.
Claro que sempre tinha a primeira vez para o novo público, mas já era uma história conhecida por quem me acompanhava.
E não deveria ser assim com o testemunho vivo das obras de Deus.
Me lembrei de Josué e Caleb.
2 generais encarregados de fazer um reconhecimento antes da tomada de Jericó e da Terra Prometida. Eles estavam com 10 outros generais, um líder de cada tribo de Israel.
E ao voltarem, ouviram os 10 outros desanimarem o povo, dizendo que seriam despedaçados por gigantes.
Então, ao empreenderem um esforço para reverter a situação, lembrando a todos os prodígios e sinais, promessas e vitórias que Deus havia proporcionado ao Seu Povo, desde os patriarcas, quase foram linxados!
Triste isso.  Desde aquele tempo até hoje, o povo de Deus só quer saber de novidades.
Como milagres não acontecem em série, muitos precisam ser fabricados artificialmente, para manter a atenção e a arrecadação.  E eu não seria mais um nesse circo, nesse barco furado.
Claro que isso foi só minha impressão mais sutil e velada, um sexto sentido.
Não foi nada escancarado naquela primeira experiência, que na verdade, teve um saldo final até que positivo.

NAVEGANDO NO MEU PRÓPRIO BARCO

Existe um conceito no meio evangélico que é o da OLARIA DE DEUS.
Onde o vaso velho e quebrado é moído e restaurado em vaso novo.
Eu chamo esse processo todo de ESTALEIRO DE DEUS, onde ele recicla os seus barcos.
Eu estava fadado a ser um barco de profundidade e exatamente como num game de computador, ia sofrer minha primeira update depois de convertido.
No mundo dos submarinos você começa como mergulhador em um sino preso a um barco e depois vira capitão de um grande submarino nuclear.  A jornada é longa, cheia de aprendizado obtido com erros e acertos.

Esse processo começou justamente quando voltei da viagem missionária.
Minha cidade estava tomada por cerca de 6 mil estudantes de medicina, numa época em que nem havia uma faculdade de medicina em Araras.
Horrorizado, testemunhei as cenas mais bizarras de orgias a céu aberto, bebedeiras e uso de entorpecentes, brigas, escândalos e rituais macabros e satânicos no meio dos futuros médicos de nossa nação, abastados adolescentes que viviam como se não houvesse um amanhã.
E minha indignação acabou me levando novamente aos jornais e TV, com mais repercussão ainda do que na época da entrevista de cunho religioso.  Agora tinha um aspecto político e social.






TEXTO EM CONSTRUÇÃO






 

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